Entre uma tragada no cigarro
E um grito silencioso dentro de mim
Ficam as palavras soltas que não foram ditas
Por meus pensamentos foram perseguidas
Mas mantiveram-se firmes
E constante em minha cabeça
Aquele nó na boca do estômago
É muito maior que minha fome de amor com gosto de morango mordido
Os diversos subterfúgios que foram utilizados em vão
Meu coração como um carvão
Queima e ressurgi
Por entre as cinzas dos nossos bons momentos
Mas com o tamanho calor
Também se funde à elas
Meu peito que decidiu brincar de mau me quer
E querendo foi levado
Para esse mar de poço raso
Cada passo sem compasso
Sem ritmo e sentido
Deixo aqui meu peito ardido
De tanto sofrer
Mattos Guerra
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